A Forja da Brasa Contida guarda o conto do "Incêndio Frio". Houve um tempo em que os piromantes usavam o fogo apenas para destruição, alimentando as chamas com ódio. As cidades queimavam, mas o calor nunca trazia conforto.
Um ferreiro cego de uma antiga guilda percebeu que o fogo mais quente não era o que mais brilhava, mas o que estava concentrado no fundo da forja, protegido pelas cinzas. Ele ensinou que o fogo deve ser como um juramento: contido para ser útil, disciplinado para não consumir o portador. "Quem se queima com a própria técnica não é mestre, é apenas combustível", dizem os instrutores da Forja.